31 julho, 2011

Retrospectiva 27/07 Quarta-feira

Empresas privadas e órgãos públicos usam ginástica laboral para prevenir doenças

Brasília – Técnica usada na prevenção de problemas decorrentes do trabalho, como lesões por esforço repetitivo (LER), a ginástica laboral está hoje presente em empresas privadas e órgãos públicos. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é um desses órgãos. Lá, mais de 700 servidores fazem os exercícios com a ajuda de um professor.
Na última quarta-feira (27), foi comemorado o Dia Nacional de Prevenção ao Acidente de Trabalho. Segundo dados do Ministério da Previdência, em 2009, 723,5 mil pessoas sofreram algum acidente de trabalho. No mês passado, foram emitidos quase 200 mil benefícios de auxílio-doença e quase 300 mil benefícios de auxílio-acidente no mesmo período.
A técnica judiciária, Judeci Cardoso, servidora do STJ, faz a ginástica laboral. Ela tem tendinite crônica e o exercício, segundo a servidora, ajuda a reduzir o desconforto causado pela doença. “O mais importante para mim na ginástica laboral é ter um momento de descontração. Como eu tenho um problema crônico de tendinite, às vezes, ainda sinto dor. Acho que duas vezes na semana, 15 minutos cada aula, é pouco e ainda não deu tanto resultado, mas com certeza já é possível ver melhoras, estamos mais relaxados”, avaliou.
Ana Cláudia Almeida, colega de trabalho de Judeci, também participa da ginástica laboral e, para ela, o mais importante é ajudar a relaxar a coluna. “Acho a ginástica muito boa porque a gente trabalha muito tempo sentada e a ginástica consegue relaxar e aliviar a coluna, por exemplo. Ninguém consegue manter a postura correta durante todo o trabalho. Aqui, aprendi movimentos de alongamento que não conhecia”.
O coordenador técnico da ginástica laboral do tribunal, Sartre Gonçalves, disse que um dos grandes resultados da ginástica laboral é a integração, a socialização entre os servidores. “A pausa no trabalho é um estimulante para voltar com mais ânimo e vontade e isso é perceptível. As atividades hoje requerem muito esforço repetitivo, a ginástica laboral previne lesões como a LER no pulso ou mão, má circulação nas pernas, evita lesões no joelho e outros. Temos muitos benefícios físicos quando realizamos esse trabalho”.

29 julho, 2011

Quanto vale o estudo?


O aumento da oferta de trabalhadores graduados começa a transformar o diploma em commodity. E esta é uma boa notícia.
Ao mesmo tempo causa e consequência da desigualdade social entre os brasileiros empregados, o abismo salarial que separa trabalhadores com e sem diploma universitário começou a diminuir. Depois de atingir o ápice em 2007, quando funcionários graduados ganhavam 159% a mais do que empregados de nível médio, a curva da disparidade sofreu uma inflexão nos dois anos seguintes. Em 2009, último ano com estatísticas disponíveis, a diferença já havia caído para 146%. Os dados, que têm como fonte primária a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, fazem parte de um estudo ainda inédito do economista Naercio Menezes Filho, do Insper, um centro de ensino e pesquisa nas áreas de negócios e economia.
+ Você acha que o diploma universitário faz diferença na carreira?
O que explica a reversão da tendência de supervalorização do trabalhador diplomado é a popularização do ensino universitário na última década. Entre 2001 e 2009, foram abertas quase mil faculdades e o número de alunos praticamente dobrou. O Censo da Educação Superior de 2009 mapeou 2,3 mil instituições de ensino, com 5,95 mil alunos matriculados – 75% deles em escolas pagas. É este brutal aumento da oferta de mão de obra formada em faculdades que explica a relativa perda de relevância econômica da graduação nos últimos anos. E não uma queda na demanda por trabalhadores graduados. Ao contrário. O diploma ainda vale muito. Em 2009, pagavam-se, em média, R$ 1.169 para trabalhadores que estudaram até o ensino médio e R$ 2.880 para profissionais com nível superior. “Continua sendo um impacto substancial”, afirma Menezes. Estima-se que o nível de desemprego entre brasileiros diplomados seja um terço da taxa média de desocupação no país.
Longe de desprezar a mão de obra de nível superior, as empresas tratam é de elevar seu grau de exigência. Com o diploma universitário transformado em commodity, a diferenciação passou a estar em mestrados, doutorados, MBAs e Ph.Ds.
Em 2009, um profissional com pós-graduação ganhava, em média, R$ 4.856, comparado aos R$ 2.880 dos colegas com terceiro grau completo. É um salto de 68,5%, conquistado com dois anos a mais de estudo. Em 1999, a diferença entre graduados e pós-graduados ficava em 32,5%.
 Ilustração Rocca
NOVA CLASSE MÉDIA
A diminuição da lacuna entre diplomados e não diplomados é parte de um movimento desejado de queda da desigualdade de oportunidades. A consultora Priscila Simões, sócia da Expertise Educação, dedicou sua tese de doutorado ao tema. Defendida na USP no ano passado, ela revela que, entre 2004 e 2008, a participação dos alunos com renda de até três salários mínimos no ensino superior privado brasileiro cresceu 84,5%. A fatia daqueles com rendimentos entre três e cinco salários mínimos aumentou 52,6%. Com isso, 70% do total de alunos do ensino superior privado passou a se concentrar nas faixas de renda de até dez salários mínimos.
Outro estudo recente, da Hoper Educação, uma consultoria especializada em ensino, atribui o crescimento do número de estudantes de baixa renda no ensino superior a dois fatores principais: a queda no valor médio das mensalidades das faculdades privadas (24% entre 1999 e 2008) e a criação, pelo governo, do ProUni, um programa que vem beneficiando com bolsas de estudo aproximadamente 100 mil estudantes por ano. É um número apenas razoável quando se leva em conta que cerca de 1 milhão de brasileiros concluem o ensino médio e não passam à universidade por falta de recursos. “O fato de essa ser a primeira geração a ingressar no ensino superior na família carrega alto valor simbólico, tanto para os alunos quanto para os familiares”, escreve Priscila em sua tese. A educação é vista como o principal instrumento de ascensão social e de melhora na qualidade de vida. Mas também como uma oportunidade de conviver com pessoas de regiões, religiões e ideias diferentes.
Nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra, os Estados Unidos passaram por um processo semelhante de popularização do ensino universitário. Hoje, questiona-se a educação superior universalizada tanto no âmbito financeiro como no filosófico. A crise econômica e a consequente falta de empregos para quem sai da universidade fazem a maioria dos americanos (57%) achar que o diploma não compensa os gastos pesados para as famílias. Em 25 anos, as mensalidades subiram 467% nos Estados Unidos, ante uma inflação acumulada de 107%. Na academia, o debate é outro: o papel da universidade é educar um número pequeno de pessoas em um padrão muito elevado ou estender as oportunidades educacionais tanto quanto possível, a um padrão não tão alto?
Ilustração Rocca

Fonte:http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI246671-16642,00-QUANTO+VALE+O+ESTUDO.html

28 julho, 2011

Como fazer conexões pessoais no trabalho

Motivar os colaboradores e colegas de trabalho é uma das finalidades do gerenciamento.
Os gestores e líderes empresariais devem se concentrar em tirar o melhor da sua equipe ao invés de buscar os defeitos, se realmente desejam que seus colaboradores tenham um sentimento de orgulho pelo que fazem. A motivação é vital nos ambientes dos negócios. Antes de começar a motivar outro indivíduo, é necessário ter uma relação mais pessoal.

Sabemos que isso nem sempre é fácil, mas é imprescindível.
Você sabe realmente como seus colaboradores e colegas lhe enxergam? Fazem uma conexão real ou lhe tratam com palavras agradáveis e sem compromisso? Pode ser difícil saber como os demais te enxergam principalmente se você é o superior deles. Qualquer que seja o estado de suas relações, você precisa concentrar-se em melhorar e manter as conexões pessoas continuamente.

Temos aqui alguns conselhos simples para ajudar você a melhorar as conexões pessoais no seu ambiente de trabalho:
Não se queixe
Queixar-se de cada coisa que o colaborador faz, causa um efeito negativo não só para quem recebe como para todos em volta. Seja uma pessoa positiva e as pessoas lhe abrirão a guarda. Pessoas abertas criam canais de comunicação e fazem as coisas se moverem melhor.
Mostre apreço sincero
Não existe nada melhor para um índivíduo que ter seu trabalho reconhecido. Ao menos uma vez por dia, busque o colaborador que tem merecido um comentário ou apreço positivo seu. Ser reconhecido publicamente sempre é grandioso, da mesma maneira que um simples e cálido comentário pode ser suficiente para alterar todo um estado emocional de uma pessoa.
Chame as pessoas pelo nome 
Pode parecer trivial, mas usar o nome das pessoas é uma excelente forma de conectar-se de forma pessoal, principalmente se convive em um ambiente com diversas pessoas.
Seja um bom ouvinte
Você pode fazer conexões pessoais mesmo sem dizer nada. As pessoas querem sentir que você as escuta, se ainda por cima á superior, sabem que podem confiar. Atuar baseando no que escuta mostra que cada sujestão ou idéia tem seu valor. Ser um bom ouvinte ajuda a entender os que as pessoas pensam e porque agem da forma que agem.
Sorria
Este é um simples passo e um dos mais importantes. Ninguém se aproxima de pessoas carrancudas, arrogantes ou com cara de poucos amigos. Existe um grave equívoco em  alguns líderes em pensar que para ter respeito devem ter uma cara séria ou fechada. Isso somente afasta. Pessoas realmente confiantes e confiáveis são abertas e permitem aos outros verem isso em sua face.


Fonte: Dale Carnegie News. 

26 julho, 2011

Como estar na mente de nossos clientes


A cada dia, nos vemos obrigados a vencer nossos obstáculos que a realidade atual nos apresenta.
No passado,  o propulsor inicial dos negócios era o boca a boca. Com  o número de clientes diminuindo, é necessário outros instrumentos para promover produtos e serviços.
A melhor estratégia, é permanecer em contato com nossos clientes. Fazer um acompanhamento sistemático dos cliente atuais e potenciais é a oportunidade para termos uma maior percepção de nossos negóciosl

Aqui temos alguma formas para mantermos a nossa empresa na cabeça de nossos clientes:
Notas
Mesmo em uma era de tecnologia, nada supera a uma nota manuscrita. Pode ser uma nota de agradecimento ou uma lembrança, mas o que importa é que o destinatário saiba que tomou-se tempo para sentar e escrever uma mensagem pessoal.
E-Mail
Esta é a segunda melhor opção depois de uma nota manuscrita. È importante que seus e-mails sejam pessoais, cordiais e levemente informais, para que o destinatário saiba que não estamos enviando uma mensagem automática.
Chamadas Telefônicas
Uma mensagem de voz sociável e positiva será escutada se a informação for interessante e personalizada ao cliente.
Notícias Sistemáticas
As atualizações semanais, mensais, ou anuais são outra maneira para assegurarmos que nossos clientes se sintam lembrados. Os avisos relacionados com promoções, vendas, e ofertas especiais são outra forma de acompanhamento.
Programas de Incentivos e Recompensas
Estas iniciativas são cada vez mais usadas pelos provedores de serviços. Recompensam seus clientes pelo dinheiro investido na empresa, que seja em forma de cetificados, prêmios, créditos, descontos ou vantagens.
Pesquisas de satisfação
Muitas empresas fazem pesquisas de acompanhamento por telefone, e-mail ou por  correio. Em alguns casos é uma espécie de pesquisa sobre o cliente, examinando tendências e preferências.








Fonte:Dale Carnegie News.




25 julho, 2011

Pensamento criativo

Através dos anos, a criatividade tem sido estudada de diferentes formas. Alguns estudiosos tem buscado a forma de compreender o que faz uma pessoa criativa.
Outros tem estudado o tipo de ambiente que estimula o efeito criativo e predispõe ao esforço. Outros ainda se concentram no desenvolvimento de produtos e serviços criativos.

Quais são as características de uma pessoa criativa?
1- Sensibilidade para detectar problemas
2- Permitir a fluência de idéias
3- Originalidade
4- Flexibilidade
5- Iniciativa
6- Amplitude mental
7- Segurança em si mesma
8- Atitude positiva
9- Perseverança nos esforços
10- Desejo de realização

Quais são os fatores que bloqueiam a criatividade?

1- Hábitos - somos vítimas da rotina e de fazer as coisas sempre da mesma maneira.
2- Atitudes- Geralmente, somos críticos e negativos.
3- Conformismo- A pessoa criativa não segue caminhos conhecidos.
A mudança sempre está ansiosa dentro dela.
4- Falta de confiança- Devemos ter a força em nossas próprias convicções.
5-  Desânimo- Não devemos abandonar nossos abjetivos com tanta facilidade.
6- Falta de esforço- Para sermos criativos devemos sempre trabalhar duramente.
7- Dependência de superiores- Tomar a iniciativa segnifica não depender de alguém para indicar o caminho.

Nove perguntas que lhe ajudarão a desenvolver sua criatividade.

1- Tem algo mais?
2- Quanto tempo vai durar?
3- Tem como ser com menos custo?
4- Tem um jeito mais fácil?
5- Existe uma forma melhor?
6- Pode mudar?
7- Pode adaptar a diferentes usos ou situações?
8- Como pode agregar, eliminar ou substituir?
9- Pode ser refeito, combinado ou substituído?


Fonte: Dale Carnegie News.  

22 julho, 2011

10 Plantas que ajudam a melhorar a qualidade do ar


A gérbera reduz a concentração de benzeno, que pode aumentar o risco de leucemia, foto: TheBees

Você sabia que mesmo dentro casa não estamos a salvo da poluição do ar? Como os habitantes de países industrializados costumam passar de 80 a 90% do seu tempo em ambientes fechados, a poluição de interiores é considerada um dos maiores riscos do mundo à saúde pública. Mas existem algumas maneiras de minimizar o problema. Além de dar preferência  ao uso de tintas formuladas com matéria-prima natural, evitar produtos de limpeza que contenham compostos orgânicos voláteis (COV) e manter os dutos da ventilação ou do aquecimento bem limpos, você pode recorrer à ajuda de  plantas domésticas, pois existem algumas variedades que agem como purificadores naturais do ambiente. Elas não apenas convertem o dióxido de carbono em oxigênio, mas também removem da atmosfera elementos prejudiciais como o ozônio, o benzeno e o formaldeído. Confira abaixo algumas dicas de espécies que podem melhorar a qualidade do ar da sua residência:
Gérbera
Essa simpática flor é muito eficiente na remoção de tricloroetileno, substância cancerígena utilizada como solvente nos processos de lavagem a seco. Ela também pode ser usada para reduzir a concentração do benzeno, que pode aumentar os riscos de desenvolvimento de leucemia. Coloque um vaso dessa planta no seu quarto ou na sua lavanderia, desde que esses cômodos sejam bastante iluminados.
Clorofito
Ele sobrevive até aos donos mais relapsos. Também conhecido como gravatinha, o clorofito combate o benzeno, o formaldeído, o monóxido de carbono e o xileno, comum em solventes e outros produtos químicos.
O clorofito sobrevive até aos donos mais relapsos, foto: Istvan
Lírio da Paz
Tudo o que essa planta precisa para florescer é de um local com pouca ventilação e de uma boa sombra. De acordo com um estudo da Nasa, os lírios da paz são muito eficientes na eliminação dos três gases voláteis mais comuns – formaldeído, benzeno e tricloroetileno – e também combatem o tolueno, que quando inalado em pequenas quantidades pode causar cansaço, confusão mental, debilidade, perda da memória e náusea, e o xileno.
Dracena-de-Madagascar
Além de ser fácil de manter, a dracena pode ser utilizada para a remoção de tricloroetileno, xileno e formaldeído, substância que pode causar irritação dos olhos, nariz, garganta e pele. Pesquisas recentes relacionam a longa exposição a esse composto com o aumento da chance de desenvolvimento de esclerose múltipla.
Lírio-Amarelo
Ele absorve o monóxido de carbono, gás tóxico que pode provocar alteração na pressão sanguínea e sensação de sufocamento. É ideal para jardins, sacadas ou varandas.
Hera
Um estudo apontou que ela reduz a concentração de partículas de material fecal e de mofo no ar. O melhor local para manter essa planta é o quintal, mas lembre-se de colocá-la fora do alcance de crianças ou animais para evitar a ingestão acidental de suas folhas, que são tóxicas para o organismo.
A jiboia - verde mesmo sem sol, fotos: FloresyPlantas

Crisântemo
Sua mãe podia até não saber, mas aquelas flores coloridas que ela mantinha em casa tinham uma outra função além de decorar o ambiente. Elas são ótimas para eliminar o benzeno.
Azaléa
Ela é uma boa opção para combater o formaldeído de fontes como a madeira compensada ou espumas isolantes e também é ótima para camuflar o odor forte do amoníaco. Uma dica é colocar um vasinho com essa flor no seu banheiro.
Jiboia
Essa é outra planta poderosa contra o formaldeído.  Uma opção é manter a jiboia –também conhecida como hera-do-diabo – na sua garagem, ainda que ela for coberta. Essa espécie se mantém verde mesmo na ausência de luz.
Babosa
Ela ajuda e eliminar o formaldeído e o benzeno, mas essa não é a única vantagem de se ter uma babosa em casa. O gel encontrado dentro de suas folhas pode ser aproveitado para aliviar cortes e queimaduras e para tratamentos estéticos. Se sua cozinha for bem iluminada, escolha um cantinho próximo à janela para cultivar essa planta.


Fonte:http://www.oecocidades.com/2011/07/15/10-plantas-que-ajudam-a-melhorar-a-qualidade-do-ar/



Parte dos brasileiros, principalmente aqueles que moram na porção sul e sudeste do território nacional, experimentaram uma sensação de frio intenso durante a última semana de junho e a primeira semana de julho deste ano. A causa das baixas temperaturas foi a invasão de massas de ar frias da periferia da Antártica, que atravessaram o sul do Chile e Argentina, chegando até o centro da América do Sul, no Brasil.

Essas massas de ar frias e secas invadiram o continente sul-americano e permaneceram por até sete dias no país, sendo seguidas de outras, que completaram as mais de duas semanas de frio. Somadas ao fato de estarmos na estação de inverno, com as noites mais longas do ano, permitiram que as temperaturas diminuíssem, principalmente durante as madrugadas e o amanhecer, com formação de geadas e até precipitação de neve em pontos altos do relevo (como nas serras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina).

Embora esse evento, de temperaturas muito baixas e até negativas em alguns locais, tenha sido classificado como o frio mais longo da última década, pela quantidade de dias consecutivos que persistiu, ele não é anômalo e nem inesperado. Muito pelo contrário, é uma situação típica de inverno para a América do Sul, já que as regiões polares continuam a fornecer águas frias e ar frio para as regiões tropicais, como explica o climatologista e professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Francisco Aquino. Além disso, não invalida o aquecimento global em curso e nem as médias de temperaturas mais elevadas que estamos experimentando nos últimos anos para todas as estações do ano (inverno, primavera, verão e outono).


Fonte:http://www.oeco.com.br/multimidia/geonoticias/25187-o-frio-mais-longo-da-ultima-decada-no-brasil
 Normas mais rígidas para poluição do ar

Na última quinta-feira (14), o Diário Oficial da União (DOU) publicou mais duas resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) para o Programa de Controle da Poluição do Ar. Nas normas divulgadas ficou estabelecido o limite máximo de emissão de ruídos por máquinas agrícolas e rodoviárias com uso urbano (dragagem, rolo compressor, etc.) e as novas fases de controle de emissões de gases por motociclos e ciclomotores (motocicletas, triciclos, etc.).
Para estes veículos, que tem como velocidade limite 130 Km/h, as regras passam a valer a partir de primeiro de janeiro de 2014. Já as máquinas rodoviárias terão um ano a mais para cumprir a primeira fase de redução dos níveis de emissões de poluentes: elas têm até primeiro de janeiro de 2015.
Conforme prevê a Resolução nº 432, numa segunda fase, as máquinas rodoviárias terão até janeiro de 2017 para ser aperfeiçoadas e emitir ainda menos ruídos. Nessa mesma fase começam também as reduções para as máquinas agrícolas e, em 2019, o programa deverá estar adequado ao padrão de desempenho mundial, adotado pelos países desenvolvidos que controlam a poluição.
Com tais medidas e uma legislação mais rígida, o Governo espera melhorar a qualidade do ar e a consequente melhoria da saúde pública. De acordo com o gerente de Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Rudolf Noronha, as motocicletas são um dos grandes vilões do trânsito.
“Antes a indústria vendia, em média, uma moto para quatro carros. Hoje, é um por um, com expectativa de crescimento. Daí a necessidade de ter uma legislação específica, mais rígida, já que as motos emitem muitos poluentes”, defendeu.
Noronha ressaltou que o mesmo vale para as máquinas rodoviárias (tanto as que circulam dentro das cidades quanto as que estão nas áreas rurais do país). “Mais potentes e mais barulhentas, elas emitem mais poluentes”, disse.
Segundo o gerente, o Programa de Controle da Poluição do Ar tem como base experiências já adotadas em países desenvolvidos. Além disso, ele lembra que a iniciativa tem a indústria automobilística com parceira.



20 julho, 2011

Estudo aponta água ruim ou péssima em 9% dos pontos de medição

Agência Nacional de Águas divulgou avaliação de 1.747 lugares pelo país.
São 7% de água ruim e 2% de qualidade péssima; boa e ótima somam 75%.

A Agência Nacional de Águas (ANA), ligada ao Ministério do Meio Ambiente, divulgou nesta terça-feira (19) relatório que mostra que a qualidade da água em 9% de 1.747 pontos de medição em diversos estados brasileiros é ruim ou péssima.
A classificação segue os parâmetros do Índice de Qualidade das Águas (IQA), que indica principalmente a contaminacão por esgoto doméstico. Os dados se referem a amostras coletadas em 2009 já que, pela dimensão do estudo, seus resultados demoram para ser computados.
Os valores médios do IQA em 2009 apontam, segundo a ANA, uma condição ótima em 4% dos pontos de monitoramento, boa em 71%, regular em 16%, ruim em 7% e péssima em 2%. Em 2008, os números foram semelhantes: 10% de qualidade ótima; 70% boa; 12% regular; 6% ruim; e 2% péssima. Como os pontos de medição não coincidem nos dois anos, não é possível fazer uma comparação exata para identificar uma tendência de melhora ou piora.
Alexandre Lima, especialista em recursos hídricos da ANA, aponta que, embora o Brasil tenha atualmente 18% de toda a água doce disponível na superfície do planeta, a maioria do potencial hídrico nacional (81%) está concentrado na Amazônia, ou seja, longe dos grandes centros urbanos do país.
"A parte que restou para abastecer os grandes centros urbanos está em situação crítica de uso. Percebemos uma pequena melhora na qualidade da água em virtude de investimentos no tratamento de esgotos em algumas bacias. Porém, é necessário um investimento contínuo neste setor", diz o especialista.
Lima ressalta que a água apontada em estado de má qualidade está concentrada nos grandes centros urbanos, como na Região Metropolitana de São Paulo, abastecida pela Bacia do Alto Tietê.
"Na comparação dos últimos dez anos, o investimento feito no tratamento de esgoto proporcionou melhorias na qualidade da água em rios como o Paraíba do Sul (que é responsável por abastecer as cidades do Vale do Paraíba Paulista e Fluminense, além de municípios de Minas Gerais)", afirmou Lima.
Emergências
O estudo da ANA mostra ainda que, em 2010, 19% dos municípios brasileiros decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública devido à ocorrência de cheias ou problemas de estiagem ou seca. O número geral desses registros caiu de 1.967, em 2009, para 1.184 no ano passado.


Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/07/estudo-aponta-agua-ruim-ou-pessima-em-9-dos-pontos-de-medicao.html



Irrigação é responsável por 69% do consumo de água, diz estudo da ANA

Segundo Agência Nacional de Águas, são 986,4 mil litros por segundo.
Consumo nas cidades corresponde a 10% do total; e industrial é de 7%.


Estudo divulgado nesta terça-feira (19) pela Agência Nacional de Águas (ANA) aponta que a irrigação é responsável por 69% do consumo de água no Brasil. De acordo com o estudo, a irrigação consome 986,4 mil litros de água por segundo.
O consumo nas cidades corresponde a 10% do total e o consumo industrial é de 7%. A informação tem como base dados de 2008.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou nesta terça-feira, ao comentar os resultados do estudo, que as áreas de irrigação podem ser remanejadas caso coloquem em risco a oferta de recursos hídricos no futuro.
 “O que nós temos de entender é se essas áreas de irrigação estão colocadas em áreas vulneráveis, por exemplo, de oferta de recursos hídricos no futuro para que você possa assegurar a produção agrícola com oferta de água ou se você vai ter que redirecionar em função dos cenários que possam ser apresentados”, disse a ministra após a apresentação do relatório.

A ministra citou ainda a alternância de cheias e secas extremas no rio Amazonas como um fator preocupante. “A série histórica do rio [Amazonas], que se monitora do ponto de vista de oferta de recursos hídricos e qualidade, mostra uma variação atípica”, disse. “Isso mostra que nós temos que trabalhar as questões de vulnerabilidade”, completou.

Desperdício
A ministra também falou sobre a importância de se economizar água. “Não é porque temos abundância de recursos hídricos que devemos desperdiçar. Não podemos desperdiçar, ao contrário, devemos buscar na sustentabilidade do processo não desperdiçar água, porque custa muito caro”, afirmou.

Izabella Teixeira disse que o Brasil precisa buscar uma “estratégia diferenciada” de consumo de água. “Não precisamos utilizar água tratada para irrigar jardins. Precisamos de uma estratégia diferenciada”, afirmou.


Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/07/irrigacao-e-responsavel-por-69-do-consumo-de-agua-diz-estudo-da-ana.html

19 julho, 2011

Qualidade: um foco para a mudança cultural

Um dos aspectos primordiais ao se discutir qualidade é a necessidade de substituir práticas antigas por outras que traduzam os objetivos e diretrizes do novo método. A principal consequência dessa mudança, é o impacto que a cultura organizacional sofre após a implantação dessas novas ferramentas gerenciais . Ao se comprometer com a melhoria de suas práticas, a empresa deverá estar preparada para lidar com uma série de alterações que acontecerão em sua estrutura, a fim de evitar o insucesso do programa.
As alterações culturais devem ser absorvidas pelos membros do grupo de forma amena, tendo em vista que para haver qualquer tipo de melhoria, há necessidade de adaptação e abdicação. A qualidade é, por seus preceitos básicos, a ação que mais requer dedicação, esforço e trabalho em equipe, sendo este último o fator determinante para compreender que as pessoas precisam administrar os conflitos interpessoais frente à supremacia das ideias individuais. Talvez seja este um dos maiores desafios da gestão pela qualidade.
Contudo, os benefícios que esses programas geram para a empresa são inquestionáveis sob o ponto de vista estratégico. Percebe-se pela maioria das organizações que implantam o sistema qualidade que há, por exemplo, um aumento significativo nos investimentos em educação continuada, visitas de benchmarking, descentralização de poder e principalmente, aumento do pensamento sistêmico.
Cabe aos gestores portanto, a decisão de tornar a sua empresa suficientemente qualificada, de modo a possuir estrutura para enfrentar os desafios da competitividade, compreendendo acima de tudo que cada passo para a melhoria contínua leva tempo.
Vídeo - Abertura Ciclo da Cultura Valores SEGVIDA.


18 julho, 2011

Assistam o vídeo De Olho que englobam os 5S (cinco sensos) utilizados na SEGVIDA!!!



Código Florestal: quem tem razão?

As propostas apresentadas pelo deputado Aldo Rebelo, louvadas pelos representantes do agronegócio brasileiro como se fossem a salvação da lavoura, são filhas diletas da falta de capacidade de negociação e diálogo. Não de um ator ou outro deste teatro de operações e debates, mas de todos. Quando o bom senso sai pela porta dos fundos ou se enfia embaixo da mesa, o non sense toma conta do cenário e vira o seu protagonista.

Eis que depois de ocupar mais de 80% do que originalmente foram as florestas que formavam a Mata Atlântica, logo após ter ocupado mais de 60% do Cerrado brasileiro e enquanto se expande em ritmo acelerado mata adentro da Floresta Amazônica, o poderoso setor agropecuário brasileiro, aclamado com razão parcial como um sucesso absoluto de produção e geração de divisas, apresenta-se ao público como perseguido e ameaçado pelos restinhos de ecossistemas naturais que a politicamente frágil legislação ambiental logrou proteger.

Resguardadas as devidas diferenças, é inevitável recordar os momentos que antecederam a abolição do trabalho escravo no Brasil – ou pelo menos dos instrumentos jurídicos e políticos que o legitimavam – quando uma parte dos produtores rurais bradava que sem os escravos o Brasil rural estaria falido e não haveria quem produzisse os alimentos para nossas mesas.

O argumento e o discurso são recorrentes. A estratégia também. A afirmação, repetida à exaustão, de que a lei atual transforma em criminosos 90% dos agricultores do país é tão alarmista quanto falsa. Em nome de uma suposta defesa dos pequenos e médios agricultores, que estariam sendo sufocados economicamente pelas agruras da lei, difundem informações falsas e estatísticas deturpadas para justificar o injustificável. Os principais líderes desta campanha optam por lançar uma cortina de fumaça sobre a opinião pública, visando unicamente derrubar a lei que eles nunca cumpriram, para que, desse modo, possam escapar de suas responsabilidades mínimas e perpetrar sua impunidade.
A afirmação de que o cumprimento do Código Florestal terá como resultados a ampliação do êxodo rural e a favelização dos agricultores não tem rebatimento na realidade. O Brasil presenciou o seu período de maior êxodo rural entre as décadas de 60 e 80 do século passado, quando cerca de um terço da população rural migrou para áreas urbanas. Os principais motivos dessa migração em massa foram a expansão da fronteira agrícola, o modelo de urbanização adotado no país, que incentivava o crescimento das médias e grandes cidades, e a estratégia de modernização da agricultura, que incentivava as culturas de exportação e a produção mecanizada. Foi sob a ideia de que, “se poluição representa progresso, seja bem-vinda a poluição”, que a população migrou do campo para as cidades, não sob o rigor das leis ambientais.

Mas, e quanto à afirmação de que a legislação ambiental brasileira é moderna e perfeita, e por isso não deveria ser alterada? A engenharia ensina que as mais robustas, seguras e modernas estruturas, como edifícios e viadutos, devem ser flexíveis o suficiente para enfrentar ventos e tremores, movendo-se, porém, não se rompendo. Ao recusar a discussão sobre alguns aspectos do Código Florestal e insinuar que o agronegócio como um todo representa apenas danos para o país, uma parcela das lideranças ambientalistas contribui para o esgarçamento em que estamos metidos agora.

A ideologização do debate, com o deputado vermelho se apresentando como libertador da pátria do julgo dos verdes internacionais e uma parcela dos verdes propondo a imutabilidade do código, por ser contra o modelo agrícola exportador, não nos levará a lugar algum. Perderá a agricultura do país, tanto pelos impactos decorrentes do não cumprimento ou da flexibilização exagerada das restrições ambientais; perderá a nação, pela impossibilidade de cumprir os acordos internacionais; perderá a população, pela degradação dos serviços ambientais dos quais depende sua qualidade de vida.

Nem a agricultura brasileira é a única grande vilã do meio ambiente brasileiro, nem os ambientalistas, no seu conjunto, estão a serviço do capital internacional para impedir o progresso do país. Para que se materialize a sustentabilidade almejada, é preciso reconhecer e valorizar, de maneira equilibrada e racional, as vertentes econômicas, ambientais e sociais.

A proposta apresentada pelo deputado Rebelo e amplamente apoiada pelo agronegócio não vai salvar a lavoura. Sequer vai representar um refresco para o dia a dia dos milhões de pequenos e médios agricultores brasileiros, espremidos entre a falta de crédito e assistência técnica e as demandas do mercado. Certamente amenizará os problemas de alguns poucos grandes proprietários, que acumulam passivos ambientais imensos e não demonstram nenhuma vocação para cumprir as leis, sejam quais forem. Não por falta de informação ou alternativa, mas por ainda apostar em um modelo atrasado de produção rural, que prioriza aumento de área plantada em vez de aumento de produtividade.

O falta de senso se completa quando se analisa com lupa a proposta colocada sobre a mesa. Os principais argumentos clamados para justificar alterações no Código Florestal são a sua idade (embora os questionamentos maiores sejam mesmo sobre as alterações mais recentes), a pouca clareza em algumas diretrizes e a absoluta falta de critério científico para a determinação da porcentagem de Reserva Legal e da largura das Áreas de Preservação Permanente. Pois bem, a proposta em discussão consegue ser muito mais confusa do que o texto original e também não se baseia em nenhum critério científico para definir porcentagens e larguras, embora proponha sua ampla redução. De contrabando, ainda anistia quem desmatou.

O fato, real, doloroso e concreto, é que o Código Florestal brasileiro nunca foi cumprido em sua integridade. Esta lei sempre foi solenemente ignorada pela maior parte do agrobusiness nacional, assim como pela maior parte da sociedade brasileira. O Estado brasileiro quase nunca esteve presente no meio rural para fazer a extensão ambiental e florestal como seria de se esperar em um país que deve seu nome a uma árvore. E, nas poucas vezes em que esteve presente, o pacote tecnológico e a orientação para assegurar a posse e a ocupação da terra previam justamente o desmatamento e a “limpeza” do terreno.

No presente, iniciativas de grande visibilidade e impacto, como o Pacto Pela Restauração da Mata Atlântica, o Diálogo Florestal, a moratória da soja e os compromissos assumidos na cadeia da carne começam a surgir como aglutinadoras e mobilizadoras da sociedade. Partindo da premissa de que, se as áreas protegidas nas propriedades rurais e os serviços ambientais nelas produzidos são fundamentais para toda a população, é sensato, racional e justo que os custos pela sua proteção e recuperação sejam compartilhados entre todos.

Se, por um lado, a Constituição Federal estabelece claramente a função social da propriedade, intimamente associada à função de proteção ambiental, por outro é coerente que a sociedade, beneficiária desta função, recompense o proprietário por estes serviços. Em um futuro cada vez mais próximo, não será apenas de carne, grãos, leite e produtos hortifrutigranjeiros que viverá a propriedade rural. Parte da sua renda virá também dos serviços ambientais que os ecossistemas naturais existentes nelas ofertarem, como armazenamento de água, sequestro de carbono, amenização do clima e proteção dos solos. Mas não haverá serviços ambientais sem ecossistemas protegidos. Para isso serve as leis ambientais, como o Código Florestal.



Fonte:http://www.oeco.com.br/convidados/24050

15 julho, 2011

Aprenda a diferenciar as doenças do frio e a se prevenir


Saiba quando você está com gripe, resfriado, rinite, sinusite, asma ou pneumonia
 


Basta uma mudança de temperatura mais brusca para começarem as manifestações de tosse, espirros e coriza. Com a chegada do outono, elas tendem a ser mais frequentes, pois os dias quentes do verão dão lugar às tardes amenas e noites bem frias, um prato cheio para as doenças respiratórias.
As mais comuns nessa época do ano são o resfriado, a gripe, seguidas da sinusite, rinite e da pneumonia. E para quem já sofre de asma, bronquite e enfisema pulmonar, as crises tendem a piorar. Isso acontece porque as pessoas passam a se isolar em locais fechados para se preservar do frio, o que facilita a transmissão das doenças virais e bacterianas, explica o pneumologista José Miguel Chatkin, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Pneumologia. 

- A diferença brusca de temperatura faz com que as defesas do pulmão funcionem com menos eficiência. Somado a isso, como as pessoas estão em ambientes mais fechados e menos arejados, têm mais chance de se contaminarem, desenvolvendo o resfriado, a gripe e outras infecções bacterianas. 

E se esses locais estiverem cheios, a possibilidade dessas doenças se espalharem é ainda maior, afirma Chatkin. 

Gripe ou resfriado? 

Além de poucos se atentarem a esses detalhes, outro problema que acerca as doenças do frio é saber identificá-las e fazer os tratamentos mais adequados. Afinal é bem comum as pessoas confundirem o resfriado com gripe ou a rinite com sinusite. Diante disso, pedimos para o pneumologista Alex Macedo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e para Chatkin apontarem as diferenças entre as doenças respiratórias, descrevendo seus sintomas e tratamentos mais adequados. Veja abaixo. 

Resfriado - infecção viral de via área superior que causa congestão nasal (nariz entupido), espirros, tosse seca, coriza, dor de cabeça, e às vezes febre baixa, com duração de três a cinco dias em média. Apenas os sintomas devem ser tratados, ou seja, antitermal em caso de febre e remédios para dor. 

Gripe – com sintomas muito semelhantes ao do resfriado nos primeiros dias, é uma infecção viral de via aérea superior que se agrava e tem duração maior, podendo durar até uma semana. Além da tosse seca, coriza e do nariz entupido, o doente tem febre alta, dores no corpo e nas articulações, moleza e vontade de ficar na cama. Apenas os sintomas devem ser tratados, ou seja, antitérmico em caso de febre e remédios para dor. 

Rinite - a infecção de causa bacteriana inflama a mucosa do nariz, causando repetitivos espirros e muita coriza (aguada ou mais espessa). Quando a inflamação está muito intensa, faz com que os seios da face fiquem obstruídos, causa que predispõe a sinusite. Deve ser tratada com antibiótico. 

Sinusite – a infecção bacteriana causa uma obstrução nasal que tem como consequências as dores na face (bochechas e testa), tosse seca muito repetitiva e coriza mais espessa (amarelada). Deve ser tratada com antibiótico.

Bronquite e asma – a bronquite se caracteriza por uma inflamação nos brônquios que tem causas diferentes. Pode ser causada por infecção (aguda) ou pelo cigarro (crônica). Já o termo bronquite asmática, por exemplo, significa o mesmo que asma, isto é, uma inflamação nos brônquios que dura algum tempo (crise), com episódios de tosse, sibilância (chiado no peito) e dispneia (falta de ar). Desencadeada como uma alergia, ela costuma aparecer quando a pessoa predisposta entra em contato com poeira, produtos químicos com cheiro muito forte ou se fica muito tempo em ambientes frios ou úmidos. O tratamento de ambas deve ser feito por um pneumologista. 

Pneumonia – é considerada a mais grave entre as doenças comuns do frio, pois é uma infecção bacteriana no pulmão, que causa um comprometimento geral da saúde. Os sintomas mais comuns são febre alta, perda da vontade de se alimentar, uma forte tosse com secreção amarelada e dor no peito. Deve ser tratada imediatamente com antibióticos depois de feito o diagnóstico. A doença é mais comum em idosos, mas também pode acometer crianças, sendo mais grave em menores de um ano e em adultos acima dos 65 anos, fumantes e portadores de problemas cardíacos, renais e diabetes. Pode levar a internação e mesmo a morte se não tratada logo.